Jardim da Procuradoria Geral da República — Palácio Palmela
Adjacente ao Palácio Palmela, adquirido pelo Estado Português para a Procuradoria-Geral da República, em 1977, é onde podemos encontrar este jardim-terraço, virado para o Largo do Rato e para a Rua da Escola Politécnica.
O edifício, construído entre 1792-1794 por Manuel Caetano de Sousa, arquiteto de D. Maria I, para sua residência pessoal, foi transformado em Palácio pelo 1.º Conde da Póvoa. Mais tarde, o Palácio do Rato passa a pertencer à Casa Palmela por casamento da filha do Conde da Póvoa com o Duque de Palmela, D. Domingos de Sousa Holstein e passou a ser conhecido por Palácio Palmela até aos dias de hoje.
Uma oportunidade única para visitar um jardim com imponentes lódãos, tílias e magnólias.
Neste jardim decorrem as seguintes atividades:
Visitas Guiadas
Visita Guiada ao Palácio Palmela
Orientador: Sandra Belo
Faixa Etária: para todas as idades
Lotação: 20 pessoas
Duração: 60 min
Sem inscrição prévia. O acesso é feito por ordem de chegada.
Construído entre 1792 e 1794 por Manuel Caetano de Sousa, arquiteto de D. Maria I, o Palácio Palmela foi residência do 1.º Conde da Póvoa e, mais tarde, da Casa Palmela, tornando-se um dos edifícios históricos mais emblemáticos da cidade.
Uma visita guiada para descobrir mais sobre a história do edifício, a sua atividade dos dias de hoje e, sem dúvida, uma oportunidade única para visitar as imponentes árvores dos seus jardins.
Oficinas
Banhos de Floresta
Orientador: Zofia Tomczyńska e Susana Pereira
Faixa Etária: para todas as idades
Lotação: 20 pessoas
Duração: 120 min
Sem inscrição prévia. O acesso é feito por ordem de chegada.
Adjacente ao Palácio Palmela, adquirido pelo Estado Português para a Procuradoria-Geral da República em 1977, é onde podemos encontrar este jardim-terraço, virado para o Largo do Rato e para a Rua da Escola Politécnica.
Uma experiência imersiva promovida pela Forest Bathing Portugal, que convida a abrandar, respirar fundo e despertar os sentidos através do contacto atento com a natureza. Inspirado na prática japonesa do Shinrin-Yoku, este momento de pausa e reconexão procura aliviar stress, trazer clareza mental e fortalecer a ligação ao mundo natural.