#palmeirasperdidas

Uma homenagem às palmeiras de Lisboa.

Exposições

No contorno da paisagem portuguesa há um passado que já não volta e um futuro comprometido. Guardadas na memória a preto e branco das fotografias, invocamos vários exemplares de palmeiras que enriqueciam o património botânico da capital, outrora tão presentes em número e porte robusto. Algumas terão sido vítimas do ordenamento da cidade, outras terão tombado naturalmente, é certo.

Contudo, o verdadeiro desastre começou em 2007, quando foi detectada a praga do escaravelho-das-palmeiras, que já dizimou um incontável número de palmeira-das-canárias (Phoenix canariensis), algumas delas seculares. Insaciável, também já foi detectado em tamareiras (Phoenix dactylifera), palmeiras-de-saia (Washingtonia filifera e Washingtonia robusta), entre outras.

Que futuro para estas espécies?