Não é permitida a entrada de animais.
O acesso é feito por ordem de chegada e sem inscrição prévia.
A última entrada efetua-se 30 minutos antes do horário de encerramento.
Parque Botânico do Monteiro-Mor
Atualmente anexo aos Museus do Traje e do Teatro e da Dança, no Lumiar, foi durante a sua posse pelo Marquês de Angeja, no séc. XVIII, que ali se projetou o jardim botânico como complemento a um museu de História Natural. Considerando a proximidade do Marquês de Angeja e de Domenico Vandelli na corte portuguesa, é bem possível que o botânico italiano, responsável pela fundação do Jardim Botânico da Ajuda, tenha ajudado na conceção deste espaço.
Já no séc. XIX, a compra e a fusão de várias quintas pelo Duque de Palmela, veio aumentar este espaço, para os cerca de 11 hectares atuais. Eternizado na poesia de Almeida Garrett, é entre as “belezas desse parque, entre essas flores” que ainda podemos reconhecer a estrutura das quintas de recreio: jardim botânico, roseiral, pomar, prados, bosquetes e horta.
Emblemática no seu porte gigantesco e importância histórica, é no Parque Botânico do Monteiro-Mor que pode observar a primeira Araucária-de-norfolk (Araucaria heterophylla) a ser plantada em Portugal continental, em 1842.
Faixa Etária: maiores de 10
Lotação: 25 pessoas
Duração: 90 min
Sem inscrição prévia. O acesso é feito por ordem de chegada.
O Parque Botânico do Monteiro-Mor tem a sua origem na fusão dos terrenos de antigas quintas do século XVIII, das quais ainda conserva os traços das suas estruturas: o jardim botânico, o roseiral, o pomar, os prados, os bosquetes e uma zona de horta. É nesse último espaço, entre canteiros e talhões, que cerca de 100 participantes no projeto “Hortas de Recreio” cuidam da terra e preservam o espírito das antigas quintas de recreio, mantendo vivas as primitivas hortas deste lugar histórico e, simultaneamente, criam laços de convívio, partilham saberes e revigoram em bem‑estar físico e emocional.
Nesta atividade, convidamos os visitantes a inspirarem-se neste espaço verde e a conhecer diretamente quem faz crescer as hortas e as suas motivações. Alguns dos hortelões estarão nos seus talhões, disponíveis para conversar e explicar as práticas agrícolas, os desafios, aprendizagens e benefícios de “meter as mãos na terra” em plena cidade: uma rica oportunidade para descobrir este espaço a partir da experiência de quem o concretiza.
Faixa Etária: maiores de 10
Lotação: 25 pessoas
Duração: 90 min
Sem inscrição prévia. O acesso é feito por ordem de chegada.
O Parque Botânico do Monteiro-Mor tem a sua origem na fusão dos terrenos de antigas quintas do século XVIII, das quais ainda conserva os traços das suas estruturas: o jardim botânico, o roseiral, o pomar, os prados, os bosquetes e a horta.
Uma visita para explorar essas características típicas de uma quinta de recreio, a história e desenvolvimento daquele núcleo, abordando múltiplos aspetos da utilidade das plantas, para além da alimentação humana.
Faixa Etária: para todas as idades
Lotação: 20 pessoas
Duração: 120 min
Sem inscrição prévia. O acesso é feito por ordem de chegada.
Junto aos Museus do Traje e do Teatro e da Dança, no Lumiar, o Parque do Monteiro-Mor ocupa cerca de 11 hectares, onde se reconhece a antiga estrutura das quintas de recreio: jardim botânico, roseiral, pomar, prados, bosquetes e horta. Com uma vegetação admirável, podemos aí encontrar a primeira Araucária-de-norfolk (Araucaria heterophylla) a ser plantada em Portugal continental, celebrando 180 anos neste parque.
Uma visita guiada por João Gonçalo Soutinho, presidente e cofundador da VERDE, organização dedicada à proteção do meio ambiente e à promoção da sustentabilidade, em Portugal. Uma oportunidade para conhecer árvores magníficas, e aprender formas de analisar cada espécie e perceber a importância das árvores gigantes.
Faixa Etária: para todas as idades
Lotação: 100 pessoas
Duração: 120 min
Sem inscrição prévia. O acesso é feito por ordem de chegada.
Numa edição dedicada à importância do voluntariado, da cooperação e da ligação com a natureza, nada como celebrar o fecho da edição com um ritual em torno do encontro e da alimentação, da reciprocidade com a terra e do que plantamos e fazemos crescer intencionalmente.
Preparado pela dupla criativa Joy Food, Alice Artur e Joana Trindade Bento, os participantes poderão desfrutar de um momento singular e envolvente, onde a arte, a comida e a natureza se encontram à mesa em diálogo.
Uma celebração do alimento como meio artístico e ferramenta de transformação social, onde comer se torna um gesto de encontro, generosidade e partilha. Um convite a participar numa experiência onde o alimento nos liga, nutre o corpo e aproxima mundos humanos e não humanos, despertando novas formas de estar e agir em conjunto.