Parque Botânico do Monteiro-Mor

Uma memória preservada das antigas quintas de recreio do séc. XVIII

Aberto no(s) dia(s):

22/23 29/30

10:00—13:00 e das 14:00—18:00

Largo Júlio Castilho

* Visita livre sujeita a limite de lotação

Emblemática no seu porte gigantesco e importância histórica, é no Parque Botânico do Monteiro-Mor que pode observar a primeira Araucária-de-norfolk (Araucaria heterophylla) a ser plantada em Portugal continental, em 1842.

Atualmente anexo aos Museus do Traje e do Teatro e da Dança, no Lumiar, foi durante a sua posse pelo Marquês de Angeja, no séc. XVIII, que ali se projetou o jardim botânico como complemento a um museu de História Natural. Considerando a proximidade do Marquês de Angeja e de Domenico Vandelli na corte portuguesa, é bem possível que o botânico italiano, responsável pela fundação do Jardim Botânico da Ajuda, tenha ajudado na conceção deste espaço.

Já no séc. XIX, a compra e a fusão de várias quintas pelo Duque de Palmela, veio aumentar este espaço, para os cerca de 11 hectares atuais. Eternizado na poesia de Almeida Garrett, é entre as “belezas desse parque, entre essas flores” que ainda podemos reconhecer a estrutura das quintas de recreio: jardim botânico, roseiral, pomar, prados, bosquetes e horta.


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