Jardim do Tribunal Constitucional
O jardim está integrado no Palácio Ratton, atual sede do Tribunal Constitucional de Portugal. Jácome Ratton, influente comerciante e industrial luso-francês do final do século XVIII, cruzou a sua história com Lisboa e Portugal. Sobrevivente do Grande Terramoto de 1755, foi ele quem ofereceu vários freixos para serem plantados no primeiro jardim público de Portugal, o Passeio Público, localizado onde hoje se encontra parte da Avenida da Liberdade, em 1764.
Em 1785, o seu filho, Diogo Ratton, adquiriu a antiga fábrica de chapéus finos de Gabriel Milliet, na Rua Formosa (atual Rua do Século). Para permanecer próximo da fábrica, comprou também os terrenos envolventes e mandou construir o palácio onde hoje se encontra este jardim.
Neste espaço é impossível ficar indiferente à grandiosidade dos dois metrosideros (Metrosideros excelsa) que guardam a dupla escadaria que liga o palácio ao jardim.
Neste jardim decorrem as seguintes atividades:
Visitas Guiadas
Um Passeio pelo Jardim do Tribunal Constitucional
Orientador: Ivo Meco
Faixa Etária: maiores de 16
Lotação: 30 pessoas
Duração: 90 min
Sem inscrição prévia. O acesso é feito por ordem de chegada.
O jardim está integrado no Palácio Ratton, atual sede do Tribunal Constitucional de Portugal, onde Jácome Ratton, influente comerciante e industrial luso-francês do final do século XVIII, cruzou a sua história com Lisboa e Portugal. Na tradição dos palácios e antigas quintas portuguesas, o jardim é palco de uma coleção muito variada de espécies vegetais.
Uma visita guiada por Ivo Meco para descobrir as diferentes espécies e muitas curiosidades botânicas e culturais sobre as plantas que habitam este espaço.
Oficinas
Banhos de Floresta
Orientador: Zofia Tomczyńska e Susana Pereira
Faixa Etária: para todas as idades
Lotação: 20 pessoas
Duração: 120 min
Sem inscrição prévia. O acesso é feito por ordem de chegada.
No jardim do Palácio Ratton, atual sede do Tribunal Constitucional, a história cruza-se com a botânica entre escadarias, árvores centenárias e memórias da Lisboa do século XVIII. Um espaço marcado pela imponência dos dois metrosideros (Metrosideros excelsa), que acolhem quem entra neste refúgio verde no coração da cidade.
Uma experiência imersiva promovida pela Forest Bathing Portugal, que convida a abrandar, respirar fundo e despertar os sentidos através do contacto atento com a natureza. Inspirado na prática japonesa do Shinrin-Yoku, este momento de pausa e reconexão procura aliviar stress, trazer clareza mental e fortalecer a ligação ao mundo natural.