A 1ª Edição do Festival Jardins Abertos na cidade do Porto aconteceu no último fim de semana do mês — nos dias 29 e 30 de junho.
Mudança e permanência, um novo ciclo ou novos caminhos? No ano em que o festival Jardins Abertos dedicou a sua edição em Lisboa ao respeito e reconhecimento da importância da paisagem natural do país e do planeta que habitamos, repensando o nosso lugar e ação no mundo, lançamos sementes no território nacional para celebrar novos e incríveis lugares: esperam por nós os jardins da cidade do Porto.
A história da cidade do Porto é também a história dos seus jardins, das ligações românticas ao rio Douro, aos desenhos contemporâneos dos novos espaços verdes e parques da cidade. Em cada um deles encontramos um lugar de memória, de pertença e de futuro, e uma intenção para construir mais mundo: ao partilhar ideias, a traçar caminhos e procurar soluções, a reinventar e imaginar.
Nesta edição pioneira, poderam ser visitados lugares especiais, como o Jardim Botânico da Universidade do Porto, o Jardim da Casa Tait ou o Jardim da Casa Allen, mas também jardins secretos, como o Jardim Massarelos House ou a Casa Camélia. Existiu também espaço para projetos inovadores, como a Horta Porto Business School – a maior horta comunitária instalada num terraço em Portugal – onde é possível ver e imaginar um futuro mais verde.
Além de várias visitas guiadas aos jardins da programação, celebrámos a abertura dos portões dos jardins do Porto com uma atividade de jardinagem coletiva no Jardim Botânico, onde todos foram convidados a arregaçar as mangas e pôr as mãos na terra.